- Muito se fala sobre o "bom gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde", mas
qual será o verdadeiro significado desse assunto para as pessoas que são tanto simples
cidadãos e às vezes clientes e, por isso, agentes individuais da preservação ambiental?
É comum encontrar matérias que versam sobre as infecções que vêm atingindo as
comunidades e, em conseqüência, traspassando as portas dos Estabelecimentos
Assistenciais à Saúde - EAS. Estas infecções são oriundas de bactérias imunes à ação
antibiótica. Pesquisadores no assunto estão tentando identificar a rota de transmissão
dessas bactérias.
Em contribuição ao trabalho desses pesquisadores, a população pode atuar em cada EAS
fazendo a sua parte. Porém, em que consiste essa atuação?
Em primeiro lugar, conhecer as legislações que regulamentam as condutas operacionais
quanto ao correto acondicionamento, manuseio, transporte e seletividade desses resíduos.
De acordo com a Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA
005/93 (dispõe sobre o Plano de Gerenciamento, Tratamento e Destinação Final de
Resíduos Sólidos de Serviços de Saúde, Portos, Aeroportos, Terminais Rodoviários
e Ferroviários)-, publicada no Diário Oficial da União - DOU - de 31 de agosto de 1993.
· Grupo A - Resíduos Biológicos;
· Grupo B - Resíduos Químicos;
· Grupo C - Resíduos Radioativos;
· Grupo D - Resíduos Comuns, que pode ser subdividido
em cinco subgrupos:· resíduos de cozinha;
· resíduos finais;
· resto alimentar;
· material reciclável;
· entulhos de obras.
segunda-feira, setembro 01, 2008
A IMPORTÂNCIA DO GERENCIAMENTO INTERNO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE
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